quinta-feira, 27 de março de 2014

Reflexão





O ser humano se acha no direito de julgar a tudo e a todos. Muitos convivem conosco, mas não sabem nem a metade do que somos e muitas vezes não é porque não demonstramos, mas sim porque preferem não enxergar. Imagine então aqueles que nos julgam sem ao menos fazerem parte de nossas vidas, e que sequer sabem nossos nomes? Por isso que muitas pessoas se surpreendem quando assistem a um vídeo de alguém julgado como "simples", mas que canta bem, que dança bem, e que só não é famoso ainda por ser assim, "simples". Quantas vezes alguém não é julgado como bandido pela roupa que veste, enquanto os maiores bandidos do mundo estão por aí vestidos e paletó e gravata. Do mesmo modo ocorre com a sexualidade; quantos não julgam a sexualidade do outro dizendo que sua escolha é algo impuro, que é "frescura", quando o que importa é o fato de se amar o outro, não importando se este outro é do mesmo sexo ou não. O que importa é o sentimento da pessoa, se ela ama alguém do mesmo sexo, então que seja feliz com ela! Deixemo-los em paz então. E mesmo se não aprovarmos suas escolhas, que os respeitemos pelo menos.
 


Marcilane Santos, 27/03/14.
Inspirada em: 



Um agradecimento especial à minha amiga Diedja Souza que me mandou este vídeo inspirador, obrigada!
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